Para você mando meus versos de amor,
pétalas de inefável sentimento meu
que brota do íntimo e vem como a flor
receber do orvalho os beijos que choveu.
São pétalas que não murcham jamais,
pétalas que reúne todos os meus ais...
Pétalas tão lindas; pétalas tantas que
componho feliz somente a você.
E no dia em que puder livremente
sem pejo e sem medo amá-la contente
dizendo baixinho: “Você é meu bem”,
Não só terá as pétalas desta flor
como aquele que as compôs também,
contemplando-a em êxtase de amor
por: Mario dos Santos Lima
MEUS CONTOS PERCORREM TODOS OS TEMPOS E MUITOS LUGARES. AQUI NÃO SOU ESCRAVO, SOU LIVRE, SOU #IRREVERENTE E "ESCRACHADO". MEUS CONTOS SÃO ORAÇÕES DO BOM VIVER.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
TUDO PASSOU
Minha vida efêmera vai passando
como tudo qu’eu gostei passou um dia;
Os carinhos tantos da donzela quando
lado a lado vendo a tarde que morria;
Seu doce estreitar juntinho ao meu peito,
minha mão tocando a sua tão formosa,
e depois aquele beijo que eu sem jeito
roubava de seus lábios cor de rosa.
Os versos tão lindos de amor qu’eu fazia
hoje triste são frios, não dizem nada,
eles dizem que, e a idéia é tão fria,
meu bem tomou outro rumo, outra estrada...
Vi triste nas páginas rotas do tempo
que tudo o que tinha sumiu lentamente,
apenas castelos que faz o pensamento
e que são ruídos indiferentemente.
Tudo passou para mim... e a saudade apenas,
migalhas das migalhas que guardei,
ficou, como um pouca das centenas
dos lindos sonhos dos tantos que eu sonhei.
por: Mario dos Santos Lima
como tudo qu’eu gostei passou um dia;
Os carinhos tantos da donzela quando
lado a lado vendo a tarde que morria;
Seu doce estreitar juntinho ao meu peito,
minha mão tocando a sua tão formosa,
e depois aquele beijo que eu sem jeito
roubava de seus lábios cor de rosa.
Os versos tão lindos de amor qu’eu fazia
hoje triste são frios, não dizem nada,
eles dizem que, e a idéia é tão fria,
meu bem tomou outro rumo, outra estrada...
Vi triste nas páginas rotas do tempo
que tudo o que tinha sumiu lentamente,
apenas castelos que faz o pensamento
e que são ruídos indiferentemente.
Tudo passou para mim... e a saudade apenas,
migalhas das migalhas que guardei,
ficou, como um pouca das centenas
dos lindos sonhos dos tantos que eu sonhei.
por: Mario dos Santos Lima
domingo, 29 de janeiro de 2012
MEU LIVRO DE CRÔNICAS
MEU LIVRO DE CRÔNICAS JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NA LIVRARIA ON LINE http://loja.livrariadapaco.com.br/catalogsearch/result/?q=cronicas+ao+sabor+do+tempo&x=20&y=13
É só entrar e comprar. Se você já tem um, provavelmente seu amigo, seu vizinho ou mesmo seu inimigo não tem, e eles gostariam de receber um presente.
A NOITE DE AUTÓGRAFOS SERÁ NO DIA 22 DE MARÇO AS 19 HORAS NA LIVRARIA CURITIBA NO SHOPPING ESTAÇÃO. CONTO COM A PRESENÇA DE VOCÊS LÁ.
É só entrar e comprar. Se você já tem um, provavelmente seu amigo, seu vizinho ou mesmo seu inimigo não tem, e eles gostariam de receber um presente.
A NOITE DE AUTÓGRAFOS SERÁ NO DIA 22 DE MARÇO AS 19 HORAS NA LIVRARIA CURITIBA NO SHOPPING ESTAÇÃO. CONTO COM A PRESENÇA DE VOCÊS LÁ.
sábado, 28 de janeiro de 2012
INOCÊNCIA
Pobrezinha sem nada, suja, pela rua,
no afã de que chegasse a noite para ter
no aconchego do escuro o sorriso da lua
e do sopro do vento cantos de ninar.
Parou numa Igrejinha na beira da estrada,
de mãos postas em sinal de oração, ajoelhada,
na inocência de um anjo cheia de esperança,
Pediu: - “Hoje, Senhor, é o dia das crianças;
sendo criança este é meu dia também;
Quero como presente uma cama quentinha
e as histórias bonitas de minha mãezinha”.
E a noite caiu... E ela sozinha sem ninguém,
na calçada dormia feliz pôr achar
Que de sua mãe ouvia tão doce cantar.
por: Mario dos Santos Lima
no afã de que chegasse a noite para ter
no aconchego do escuro o sorriso da lua
e do sopro do vento cantos de ninar.
Parou numa Igrejinha na beira da estrada,
de mãos postas em sinal de oração, ajoelhada,
na inocência de um anjo cheia de esperança,
Pediu: - “Hoje, Senhor, é o dia das crianças;
sendo criança este é meu dia também;
Quero como presente uma cama quentinha
e as histórias bonitas de minha mãezinha”.
E a noite caiu... E ela sozinha sem ninguém,
na calçada dormia feliz pôr achar
Que de sua mãe ouvia tão doce cantar.
por: Mario dos Santos Lima
Assinar:
Comentários (Atom)