Por baixo da blusa que eu teimosamente ergui,
num louco desejo meu, de repente teus seios
surgem, e delicadamente nas minhas mãos eu senti
tão belos, tentando então livrar-se por todos meios...
vi, no teu lânguido olhar, um brilho diferente...
entreabertos de prazer, os teus lábios gemiam,
e teu corpo se entregando... trêmulo, de repente
só porque em minhas mãos teus seios se escondiam...
então, despido em meu peito aninhei os teus seios
e você, timidamente pedia que eu soltasse
enquanto teu corpo todo tremia em devaneios...
pedi assim nesse enlevo que o tempo não parasse
mas, foi em vão... só me resta agora, suavemente eu sei
nas minhas mãos, dos teus seios, o perfume que roubei...
por: Mario dos Santos Lima
a você que tem este meu soneto, perdoa-me a publicação.
Fique tranquila que não revelarei o seu nome.
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